sábado, 15 de junho de 2013

Tarte de morangos

Ontem ofereceram-me morangos grandes e super saborosos.
Mal os vi, imaginei logo uma tarte de morangos bem fresquinha e a verdade, é que não consegui ir deitar-me sem deixar a dita tarte no frigorífico e sem ter comido uma das (duas) tartelettes que fiz com as sobras da massa e do creme. :) 
Hummm, estavam tão boas!!! :)


Para mim, a tarte de maçã tem de ter massa quebrada mas, a tarte de morangos, uso sempre massa sablé (massa areada). 

Ingredientes para a massa sablé:
100g  açúcar (coloquei 60g)
300g farinha
150g de manteiga
1 pitada de sal
2 gemas de ovo
20 g leite

Para o creme pasteleiro:
40g de açúcar (a receita do livro base refere 70g)
Um pouco de casca de limão (só a parte amarela)
1 ovo grande
1 colher de sopa de açúcar baunilhado (uso da marca Vahiné!)
300g de leite
15g de amido de milho

Para a cobertura:
Morangos
Nappage (da Vahiné)

Preparação:
Para a massa sablé, colocar no copo o açúcar e pulverizar 15 seg/ vel 9;
colocar no copo os restantes ingredientes e programar 15 seg/ vel 5;
Estender a massa com a ajuda de um rolo e forrar a tarteira;
Levar ao forno pré-aquecido a 180ºc durante, aproximadamente, 15 min (quando estiver pronta, reservar);
Para o creme pasteleiro, colocar o açúcar no copo e pulverizar 10 seg/ vel 9;
Adicionar a casca de limão e programar 15 seg/ vel 9;
Introduzir os restantes ingredientes e programar 6 min/ 90º/vel 4;
Quando o creme pasteleiro estiver pronto, colocar na tarteira e, sem demora, decorar com os morangos (porque o creme pasteleiro tende a "solidificar");
Depois de colocar os morangos, e quando tenho tempo (e paciência) ou quando a ocasião assim o exige,  costumo fazer um "nappage", não tendo tempo, uso o produto que a Vahiné tem para o efeito e que é muito bom!!!
Depois é só guardar a tarte no frigorífico, servir fresquinha e saborear!!!

Bom apetite!!!

(Nappage é um preparado que se coloca por cima das tartes de fruta para que fiquem com aquele aspecto brilhante. O meu preferido é o da Vahiné, rápido e o efeito é perfeito).

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Vulcões de chocolate, petit gateau ou fondant :)

Não sei se há mais gente como eu mas, quando o dia me corre "menos bem", nada melhor para repor as minhas energias e esquecer os problemas (ainda que seja por momentos) do que um bom chocolate ou então um bolinho de chocolate...
Nestes casos, o meu bolinho de eleição é aquele delicioso "petit gateau" também chamado de "fondant" ou vulcão de chocolate... :P 
Simplesmente A-D-O-R-O!!! Este bolinho húmido e com o chocolate a escorrer, é uma tentação!!!
Ai eu, sou mesmo um caso perdido!!! 
Mas vejam esta foto e digam se conseguiam resistir... :P


E como se não bastasse, para o "pecado" ser ainda maior,  eu ainda acompanho esta delícia com uma bola de gelado de nata (sim, já experimentei com vários sabores, mas o gelado de nata é aquele que cai "que nem ginjas"!!! :P)

A receita que costumo usar é a dos "Vulcões de chocolate" do livro Bimby "Massas e doces"... 
Curiosos?!? Então aqui vai...

Ingredientes:
100g de chocolate para culinária Pantagruel
50g de manteiga
3 ovos
50g de açúcar (como já devem calcular eu uso menos do que 50g!!!)
15g de farinha
12 quadradinhos de chocolate a gosto

Preparação:
Aqueça o forno a 180°C;
Colocar o chocolate no copo e triturar 8 seg/ vel.9;
Com ajuda da espátula baixar o que ficou agarrado nas paredes do copo, juntar em seguida a manteiga, os ovos e o açúcar e programar 3 min/ 50ºC/ vel.2;
Adicionar a farinha e programe 10 seg/ vel.3;
Encher formas de queque previamente untadas com manteiga e polvilhadas com farinha até meio;
Colocar dois quadrados de chocolate no meio e cobrir com a restante massa;
Levar ao forno cerca de 10 minutos;
Servir morno e acompanhar com uma bola de gelado (como já disse, para mim o sabor que fica melhor é o de nata) e recobrir com um molho de chocolate.

Bom apetite!!! :)
Depois digam o que acharam... :)

terça-feira, 11 de junho de 2013

Empadão de atum

Depois de um fim-de-semana (prolongado) bastante bom em termos gastronómicos e com a preguiça a ganhar terreno, dei por mim a não ter a mínima ideia do que fazer para jantar... :( 
Quando pedi ajuda à outra "Ginja" cá de casa recebi um "esclarecedor" "Qualquer coisa!!!" 
Pronto, lá tive de pensar em algo que não desse muito trabalho (sim, estava cansada e ainda tinha toneladas de coisas para fazer!!!) e então surgiu-me esta ideia...
   Empadão de atum...  :)
Fácil, + ou - rápido e saboroso!!! 
Este empadão que dá para fazer com ou sem Bimby mas é daquelas receitas que eu faço "a meias", ou seja, o puré faço na Bimby e, enquanto as batatas cozem, faço o recheio de forma tradicional...


Ingredientes para o puré:
500g de batatas cortadas em pedaços pequenos
200g de leite
1 c. de chá de sal
20g de manteiga
Pimenta e noz moscada q.b.

Ingredientes para o recheio:
Cebola
Azeite
Pimentos vermelhos cortados em pedaços pequenos
2 latas de atum
polpa de tomate 
Natas light q.b.
Sal e pimenta q.b.
1 ovo para pincelar

Preparação:
Colocar a "borboleta", a batata, o leite e o sal e programar 30 min/90º/vel 1;
Retirar a "borboleta", adicionar a manteiga, os temperos e programar 30 seg/vel 3  (ou até obter um puré homogéneo); Rectificar os temperos;
Pré-aquecer o forno a 180ºC;
(Esta parte faço "a olho") Fazer um refogado com a cebola, azeite e pedaços de pimento vermelho;
Quando o refogado estiver pronto, adicionar o atum, temperar com sal e pimenta e envolver;
Deitar a polpa de tomate e um pouco de natas; 
Deixar apurar durante 2-3 minutos e rectificar os temperos;
Num tabuleiro, disponha numa primeira camada metade do puré, depois o recheio, novamente o restante puré; Pincelar com ovo batido e levar ao forno até ficar "dourado".

Pode também acrescentar-se queijo ralado para gratinar mas cá em casa há quem não aprecie queijo...

domingo, 9 de junho de 2013

As ervas aromáticas e selecção natural!!!


Ervas aromáticas...

Tenho algumas no meu pequeno jardim mas tenciono aumentar a diversidade...
Hoje em dia usamos as ervas aromáticas na cozinha para amlplificar sabores mas, em muitos casos, usamos uma certa erva ou  especiarias (as especiarias acabam por ser ervas aromáticas desidratadas e reduzidas a pó!)  numa dada receita porque já está entranhado na nossa cultura gastronómica... não é verdade?! Alguém pensa num arroz-doce sem canela (a não ser quem não goste mesmo de canela, claro!!! :P ) ou numa açorda ou arroz de marisco sem coentros?
Mas pensarão vocês, o que lhe deu hoje para dissertar sobre a utilização das ervas aromáticas?!? 
A razão prende-se com o facto de ter lido, há um tempo atrás, um documento do Ciência Viva que achei super interessante em que se falava de ervas aromáticas e selecção natural. Não, não me enganei meus caros... Ervas aromáticas e selecção natural!!! :P

Esse documento justificava o facto de no nosso país estar bem patente o uso destas ervas contrariamente, por exemplo, aos países do Norte da Europa, onde o seu uso é muito inferior... Segundo esse documento, e passo a citar, "Existe hoje uma teoria, bastante plausível, de que o hábito de utilizar e apreciar condimentos do tipo especiarias ou ervas aromáticas terá sido transmitido genética e culturalmente, através de gerações e está relacionado com a actividade antimicrobiana da maior parte dessas substâncias". Ou seja, em países como o nosso, em que as condições climáticas são propícias ao desenvolvimento bacteriano, e em tempos nos quais ainda não se sonhava com os benditos frigoríficos, as ervas aromáticas terão tido um papel importante na preservação da espécie humana, evitando infecções. Mas o documento não se fica por aí e continua referindo que "é bem provável que os portugueses tenham tido um importante papel no aumento da longevidade de muitas populações, através do comércio das especiarias trazidas de países longínquos onde chegaram na época dos Descobrimentos".

No entanto, temos de ter alguns cuidados na utilização de ervas aromáticas pois  "não há bela sem senão e,  elas próprias podem ser portadoras de agentes patogénicos presentes na água de rega ou no solo. Por isso é preciso muito cuidado com a lavagem das ervas" e mesmo no caso das especiarias "  que guardamos por largos períodos, devem ser conservadas em frascos bem fechados, para evitar que se hidratem, favorecendo o crescimento de micróbios que podem conter" e  também para evitar a perda de aromas voláteis. :)


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Doce de Kiwi

Sai um doce de Kiwi!!!
"Contra tudo e contra todos" (cá em casa), experimentei fazer um doce de... kiwi. Como os meus pais tinham imensos kiwis e alguns estavam a ficar demasiado maduros segui a receita da "compota rápida de morangos" e substituí os morangos pelos kiwis... E não é que ficou boa!!!


Aqui fica a receita...

Ingredientes:
500g de kiwi
250g de açúcar com pectina (este açúcar, próprio para doces e compotas, tem um componente, a pectina, que existe na parede das células dos vegetais, cuja finalidade é aumentar a consistência)
1/2 limão descascado (sem parte branca nem caroços)

Preparação:
No  juntar todos os ingredientes e programar 10 seg /vel 5;
Programar 15 min /varoma /vel 1 e substituir o copo de medida pelo cesto (este passo permite uma maior/ mais rápida evaporação).
No final do tempo, verificar se a compota apresenta a consistência desejada e, se necessário, programar mais 5 min /varoma /vel 1 (normalmente, não é necessário, mas depende do gosto de cada um!!!).
Quando o doce estiver pronto, colocar nos frascos esterilizados, tapar enquanto quentes (para diminuir a proliferação bacteriana) e colocar os frascos ao contrário (o que cria um "vácuo natural" que ajuda a conservar o doce).



Nota: O facto de se reduzir a quantidade de açúcar, diminui também o tempo de conservação da compota, uma vez que é o açúcar o responsável pela conservação. Daí que esta deva ser guardada no frigorífico. Se quiserem uma receita de compota que aguente mais tempo, terão de aumentar bastante a quantidade de açúcar.

A minha tarte de maçã

Ora aqui está outra das minhas sobremesas preferidas, tarte de maçã... 
Existem muitas receitas diferentes e cá em casa vou experimentando mas acabo sempre por voltar a esta, em que combino a maçã com nozes e canela (esta combinação é uma perdição!)!!! 
Esta receita é bastante simples e dá perfeitamente para fazer sem Bimby, mas, "com" é muito mais fácil e rápido!!!


Ingredientes
Para massa quebrada:
300 g farinha
130 g manteiga
70 g água
0,5 c. chá de sal
0,5 c. chá de açúcar

Para o creme pasteleiro:
40g de açúcar (a receita do livro base refere 70g)
Um pouco de casca de limão (só a parte amarela)
1 ovo grande
1 colher de sopa de açúcar baunilhado (uso Vahiné)
300g de leite
15g de amido de milho

Para a cobertura:
Maçãs
Canela qb
4 Nozes

Preparação:
Colocar no copo  todos os ingredientes (para a massa quebrada) pela ordem indicada e programar 15 seg/ vel 6;
Estender a massa com a ajuda de um rolo e forrar a tarteira;
Para o creme pasteleiro, colocar o açúcar no copo e pulverizar 10 seg/ vel 9;
Adicionar a casca de limão e programar 15 seg/ vel 9;
Introduzir os restantes alimentos e programar 6 min/ 90º/vel 4;
Quando o creme pasteleiro estiver pronto, colocar na tarteira e decorar com as maçãs;
Depois de colocar todas as maçãs, espalhar os pedaços de nozes e povilhar com canela.
Levar ao forno, previamente aquecido a 180º, durante, aproximadamente, 30 minutos.
Bom apetite!!!

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Doce da casa

Quem não conhece a sobremesa "doce da casa" existente em muitos restaurantes?!? Esta é uma sobremesa muito fácil e rápida de fazer e muitooooo boa!!! :)
Quando surge um almoço ou jantar inesperado ou, simplesmente, quando a gula aperta, aqui fica a sugestão...


Ingredientes:
1 lata de leite condensado
1 medida de leite (lata do leite condensado)
3 ovos
1 pacote de bolacha Maria (uso torrada)
1 pacote de Natas
Café forte qb

Preparação Bimby:
Separar as claras das gemas. Reservar as claras;
Colocar no  o leite condensado, o leite e as gemas  e programar 10min/ 90º/ vel 3;
Verificar se o creme está pronto, caso contrário, programar mais 2 min/90º/ vel 3  e depois, colocar nos ramequins e deixar arrefecer;
Posto isto, preparar o café, molhar as bolachas e ir colocando por cima do creme;
Bater as claras em castelo;
Bater as natas e misturar às claras;
Cobrir as bolachas com a mistura de natas e claras e  decorar com bolacha moída.
Levar ao frio.

Preparação Tradicional:
Separar as claras das gemas. Bater as gemas e reservar as claras;
Colocar o leite condensado, o leite e as gemas batidas numa panela e levar ao lume;
Ir mexendo de vez em quando até começar a ferver. Depois de levantar fervura, ir mexendo sempre para não agarrar, e esperar que o creme engrosse.
Quando o creme estiver "espesso"  colocar nos ramequins e deixar arrefecer;
Posto isto, preparar o café, molhar as bolachas e ir colocando por cima do creme;
Bater as claras em castelo;
Bater as natas e misturar às claras;
Cobrir as bolachas com a mistura de natas e claras e  decorar com bolacha moída.
Levar ao frio.

Bom apetite!!!